PELA ÉTICA NAS RELAÇÕES NO PODER JUDICIÁRIO
Denúncias de transgressões éticas nas relações entre representantes de interesses privados e agentes públicos, tal como as que vêm sendo noticiadas pela mídia, não são novidades no Brasil, causam indignação e repulsa na sociedade e são capazes de colocar sob suspeição a legitimidade das instituições judiciais. Nenhuma suspeita pode pairar sem investigação; nenhuma apuração pode ser obstada em razão de interesses corporativos. A VERDADE e a JUSTIÇA são primados sob os quais devem atuar as instituições republicanas.
A ASSOCIAÇÃO JUÍZES PARA A DEMOCRACIA/AJD-RIO não admite que se transija com os princípios em prol de interesses corporativos. O funcionamento das instituições públicas é indissociável da ética.
A ASSOCIAÇÃO JUÍZES PARA A DEMOCRACIA/AJD-RIO, entidade que tem por finalidade o respeito absoluto e incondicional aos valores jurídicos próprios do Estado Democrático de Direito; a promoção da conscientização crescente da função judicante como proteção efetiva dos direitos do Homem, individual e coletivamente considerado, e a conseqüente realização substancial, não apenas formal, dos valores, direitos e liberdades do Estado Democrático de Direito; a defesa da independência do Poder Judiciário não só perante os demais poderes como também perante grupos de qualquer natureza, internos ou externos à Magistratura; a democratização da Magistratura, assim no plano do ingresso, que deve ser pelo critério impessoal e meritocrático do concurso público, como no das condições do exercício profissional, com o fortalecimento dos direitos dos juízes à liberdade de expressão, reunião e associação; a Justiça considerada como autêntico serviço público que, respondendo ao princípio da transparência, permita ao cidadão o controle de seu funcionamento; a promoção e a defesa dos princípios da democracia pluralista, bem como a difusão da cultura jurídica democrática pugna pela apuração dos fatos noticiados e providências tendentes a evitar que, ainda que não sejam confirmados, suas ocorrências, no futuro, não se tornem possíveis ou encobertos.
Denúncias de transgressões éticas nas relações entre representantes de interesses privados e agentes públicos, tal como as que vêm sendo noticiadas pela mídia, não são novidades no Brasil, causam indignação e repulsa na sociedade e são capazes de colocar sob suspeição a legitimidade das instituições judiciais. Nenhuma suspeita pode pairar sem investigação; nenhuma apuração pode ser obstada em razão de interesses corporativos. A VERDADE e a JUSTIÇA são primados sob os quais devem atuar as instituições republicanas.
A ASSOCIAÇÃO JUÍZES PARA A DEMOCRACIA/AJD-RIO não admite que se transija com os princípios em prol de interesses corporativos. O funcionamento das instituições públicas é indissociável da ética.
A ASSOCIAÇÃO JUÍZES PARA A DEMOCRACIA/AJD-RIO, entidade que tem por finalidade o respeito absoluto e incondicional aos valores jurídicos próprios do Estado Democrático de Direito; a promoção da conscientização crescente da função judicante como proteção efetiva dos direitos do Homem, individual e coletivamente considerado, e a conseqüente realização substancial, não apenas formal, dos valores, direitos e liberdades do Estado Democrático de Direito; a defesa da independência do Poder Judiciário não só perante os demais poderes como também perante grupos de qualquer natureza, internos ou externos à Magistratura; a democratização da Magistratura, assim no plano do ingresso, que deve ser pelo critério impessoal e meritocrático do concurso público, como no das condições do exercício profissional, com o fortalecimento dos direitos dos juízes à liberdade de expressão, reunião e associação; a Justiça considerada como autêntico serviço público que, respondendo ao princípio da transparência, permita ao cidadão o controle de seu funcionamento; a promoção e a defesa dos princípios da democracia pluralista, bem como a difusão da cultura jurídica democrática pugna pela apuração dos fatos noticiados e providências tendentes a evitar que, ainda que não sejam confirmados, suas ocorrências, no futuro, não se tornem possíveis ou encobertos.




